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A crescente preocupação com o tema Sustentabilidade, pois o Brasil aumenta cerca de 2% ao ano a emissão per capta de CO² e no Fórum Global de Desenvolvimento Sustentável na Dinamarca em 2015, o assumimos a meta de reduzir em 37% a emissão de gases de efeito estufa até 2015 e em 43% até 2030.

A crescente demanda de energia (segundo a EPE, a média de crescimento será de cerca de 4,3% nos próximos anos), encontra obstáculos concretos como os riscos de racionamento no curto e médio prazos devido a falta recorrente de investimentos em hidrelétricas, a principal matriz energética brasileira.

Somos privilegiados quanto ao potencial da energia solar. A pior irradiação no Brasil, é 40% maior que o melhor local de irradiação da Alemanha, Para termos uma ideia, a a energia solar fotovoltaica representou em 2014, 6,2% da Matriz Energética da Alemanha e apenas 0,3 da Matriz Energética Brasileira.

O preço da energia vema aumentando de forma consistente. Em 2015 o aumento foi de 58,37% (DIEESE) e por este motivo em muitos locais já ocorre a equiparação de custos entre a energia elétrica gerada por sistemas fotovoltaicos e a tarifa de energia elétrica convencional.